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O presente artigo centraliza os vídeos de Deep Fakes como objeto de análise e apresenta como hipótese que sua enunciação está pautada em uma sobreposição de práxis-enunciativas: humana e maquínica. Inicia-se uma discussão que aponta que a prática da enunciação da máquina, realizada por algoritmos de inteligência artificial, inscreve-se em um regime de interação proposto por Landowski (2014) que atua no suporte informático. Para tanto, caracterizaremos duas tipologias de Deep Fakes, face swapping e face reenactment, e as diferenciaremos em suas possíveis conjunturas.
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