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Se você NUNCA registrou um DOI no seu Lattes, veja nosso tutorial!INTRODUÇÃO: Com o surgimento da pandemia e a aceleração do número de casos de Covid-19, o uso de antimicrobianos tornou-se difundido no tratamento de pacientes com SARS-Cov-2 em unidade de terapia intensiva (UTI). Nesses casos, a avaliação da dose diária definida (DDD) é muito utilizada, como forma de tanto dimensionar a eficácia desses fármacos, como de gerenciar a sua utilização racional, com o intuito de prevenir a seleção e a disseminação de microrganismos resistentes. OBJETIVOS: Objetivou-se analisar a dose diária definida de antimicrobianos em uma UTI Covid-19. MÉTODOS: Para isso, foi realizado um estudo transversal, analítico, do tipo quantitativo, com coleta de dados retrospectiva. Foram utilizados dados de consumo de antimicrobianos em UTI Covid-19 de janeiro a junho de 2021 do Hospital Universitário do Piauí, tabulados e analisados em Excel. O trabalho foi submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) e obteve parecer favorável sob nº 2.463.898. RESULTADOS: Após análise dos dados, evidenciou-se que Piperacilina + Tazobactam endovenoso (EV) (A) representou 19% do uso dos antimicrobianos, Meropenem (EV) (B) 18,1%, Ceftriaxona (EV) (C) 17,4%, Azitromicina por via oral (VO) (D) 9,8%, Vancomicina (EV) 8,5% e Polimixina B (EV) (F) 4,9%. Em UTI, costuma-se haver uso prolongado de via endovenosa, contudo, os protocolos de Covid-19 incluíram a via oral para Azitromicina, o que justifica o destaque do seu consumo. Em um estudo com UTI não Covid-19, o fármaco D representou 0,1? prescrição médica 14,4% do C. Os dados corroboram com um estudo feito no Hospital Universitário de Lagartos, em que 19,77% do antimicrobiano usado foi A. Já em outro estudo, 19,8% do consumo relativo deu-se pelo antimicrobiano B, 3,7% pelo C, 1,2% pelo E e 7,4% pelo F. A DDD é importante para comparação e estudos, porém vale ressaltar que cada ambiente hospitalar tem suas características e perfil de sensibilidade de microorganismos. O uso de antimicrobianos se justifica, geralmente, pela infecção hospitalar do trato respiratório relacionada à hospitalização prolongada ou internação em UTI. CONCLUSÃO: Conclui-se que, a partir do que foi analisado, pode-se gerar dados para planejamento de estratégias clínicas em unidade de saúde e, assim, obter o uso consciente de antimicrobianos.
ReferênciasFEITOSA, TS; ASSIS, RAS; COÊLHO, ML; Utilidade de Indicadores para o Monitoramento do Consumo de Antimicrobianos de Uso Restrito em uma Unidade de Terapia Intensiva. J. Ciênc. Saúde [internet], v. 1, nº. 2, [acesso em: 24/09/21]. Disponível em: DOI: https://doi.org/10.26694/2595-0290.20181242-506963 JUNIOR, FAL; VIEIRA, SEM; SILVA, BS da S; ARAÚJO, TD de A; et al. Perfil das prescrições de antibioticoterapia em uma unidade de terapia intensiva adulto de um hospital de referência cirúrgica no estado do maranhão, Rev. Eletrônica Acervo Saúde, vol. 34, 2019. Souza, FC; Baroni, MMF; Roese, FM; Perfil de utilização de antimicrobianos na unidade de terapia intensiva de um hospital público. Rev. Bras. Farm. Hosp. Serv. Saúde, vol. 8, n. 4, 2018. SOUZA, GN; PORTO, MJ; DOS SANTOS, JP; FREITAS, AL; CARVALHO, PP; Perfil da Prescrições de Antimicrobianos de Uso Restrito em uma Unidade de Terapia Intensiva, Research, Society and Development, v. 10, n. 8, 2021. VELLANO, PO; DE PAIVA,
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