A UNIVERSIDADE É O DEMOGORGON DA ESCOLA
Apresentamos resultados de pesquisas com currículos na formação de professores a partir das narrativas produzidas nas aulas de estágio supervisionado numa Universidade Federal no Rio de Janeiro/Brasil, focando em questões políticoepistemológicas que se evidenciam quando xs estudantxs da disciplina “entram” na escola pública em situação de estágio. As narrativas costuram teorias e práticas curriculares que (re)aparecem nas salas de aula nas escolas e permitem que conversemos sobre o que olhamos mas não vemos nos currículos, entre pistas e tramas que nos colocam ao Sul. Para isso provocamos o deslocamento de linhas abissais na intenção de praticar currículos com justiça cognitiva que nos parece ser o melhor caminhar para a justiça social, pois acreditamos que o que é desvalorizado não é vazio de valor, mas invisibilizado. Defendemos que conversas entre universidade-escola sejam ensinosaprendizagens sem hierarquização, reforçando redes de conhecimentos numa troca continua e solidária.