Os Efeitos Da Realidade Virtual Na Função Sensório Motora do Paciente Pós Acidente Vascular Encefálico

- 147130
Pôster
Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

INTRODUÇÃO: O tratamento fisioterapêutico no paciente com sequela de Acidente Vascular Encefálico (AVC) é definido através da avaliação, sendo feito o uso de técnicas e aparelhos que melhor se adequem ao paciente, uma das técnicas que tem sido utilizada nos tratamentos fisioterapêuticos é a realidade virtual. OBJETIVOS: Analisar os benefícios da realidade virtual na função sensório-motora no paciente pós AVC. Os objetivos secundários foram: Quantificar motricidade sinérgica flexora e extensora do membro inferior parético do paciente idoso pós AVC antes e depois da RV e avaliar destreza da marcha do paciente idoso pós AVC antes e depois da Realidade Virtual. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo observacional, descritivo, onde foram avaliados 2 participantes do sexo masculino, com idade mínima de 50 anos que apresentasse sequelas de AVC (hemiparéticos, deambulassem com auxílio ou não e que já tivessem realizado fisioterapia anteriormente). Foram utilizadas para avaliação a escala de avaliação Fulg Meyer em português e Teste Time Get Up And Go (TUG). Para a pesquisa os participantes foram submetidos a 20 sessões de terapia com RV não-imersiva através do vídeo game Nintendo Wii e Balance Board com os seguintes jogos: pesca abaixo de 0, obtenha um 10 e corrida de obstáculos. RESULTADOS: Os participantes obtiveram melhora na agilidade e destreza da marcha, mensurado pelo teste TUG, no qual foi apresentado uma diminuição no tempo de ambos os participantes, com 6.21 segundos no primeiro participante e 5,7 no segundo participante. Como também ganho no equilíbrio cerca de 10% no paciente 01 e 20% no paciente 02 e na coordenação motora 40% e 50% no paciente 01 e 02 respectivamente, esses dados foram mensurados pela escala Fulg Meyer, porém apresentou decréscimo em alguns aspectos da mesma escala como atividade reflexa, movimentos livres e movimentos com relação a dor, sendo essas perdas associadas aos aspectos climáticos. CONCLUSÃO: O uso da RV como tratamento fisioterapêutico em sequelas de AVC, apresentou seus efeitos na melhora significativa da mobilidade, agilidade no movimento e coordenação. Obtendo uma deambulação com maior estabilidade e rapidez.

Instituições
  • 1 Centro Universitário Aparício Carvalho - FIMCA
Eixo Temático
  • 06. Fisioterapia Neurofuncional
Palavras-chave
Realidade virtual
acidente vascular cerebral
Desempenho Psicomotor