Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

Introdução: A flexibilidade é componente primordial da aptidão física relacionada à saúde e os altos níveis de flexibilidade podem desencadear lesões enquanto baixos níveis podem levar a um quadro de má postura e dor2. A algia musculoesquelética na adolescência é um importante preditor de volta de tal condição na idade adulta1, interferindo diretamente na QV de estudantes2. A flexibilidade pode ser definida como uma máxima amplitude fisiológica de um determinado movimento articular2. A flexibilidade pode ser definida como uma máxima amplitude fisiológica de um determinado movimento articular. Considerada como um dos componentes de aptidão e desempenho físico, sendo de grande relevância para a execução de movimentos complexos e simples, manutenção da saúde, preservação da qualidade de vida (QV) e desempenho desportivo3. Objetivos: Avaliar o grau de flexibilidade e qualidade de vida em escolares de uma instituição de ensino de Teresina-Piauí, correlacionando-nos gêneros femininos e masculinos. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal analítico e descritivo, no qual, os pais dos participantes assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido e os integrantes assinaram um termo de assentimento livre e esclarecido, tanto os voluntários como os responsáveis estavam cientes dos procedimentos e permitiram a sua participação nesse estudo. A pesquisa obedeceu aos princípios éticos, para pesquisas em seres humanos estabelecidos pela resolução 466/2012, aprovado pelo comitê de ética em pesquisa (CEP) do Centro Universitário Santo Agostinho (UNIFSA). Foi composta por 32 membros de ambos os sexos, na avaliação da flexibilidade foi utilizado o teste de sentar e alcançar pelo Banco de Wells e o Questionário SF-36 para avaliar Qualidade de Vida. Resultados: Os participantes eram de ambos os sexos, destes, 37,5% eram do gênero feminino e 62,5% do gênero masculino. Os resultados mostram que na comparação entre os gêneros, o grau de flexibilidade não apresentou diferenças significativas sendo a média geral de 26, 34, o gênero feminino apresentou 25,12 ± 5,27 e o masculino 27,08 ± 8,84. Os dados de qualidade de vida mostram que apenas no domínio da capacidade funcional houve diferenças significativas. Conclusão: Conclui-se que a flexibilidade e a qualidade de vida em escolares quando comparado os gêneros, de maneira geral não demonstram diferenças significativas apresentando meninas e meninos os valores similares em todos os aspectos analisados.

Instituições
  • 1 Universidade Estadual do Piauí
  • 2 Centro Universitário Santo Agostinho - UNIFSA
  • 3 Universidade Federal do Pará
  • 4 Universidade Federal do Piauí
  • 5 Faculdade Santo Agostinho
Eixo Temático
  • 04. Fisioterapia Traumato-Ortopédica
Palavras-chave
Qualidade de vida
flexibilidade
Estudantes