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A modelagem matemática nos ajuda a entender a propagação de doenças infecciosas . Entre as abordagens mais utilizadas destacam-se os modelos compartimentais, nos quais a população é dividida em grupos que representam diferentes estados epidemiológicos. Um dos modelos mais clássicos dessa abordagem é o modelo SIR, que classifica os indivíduos em três compartimentos: suscetíveis (S), infectados (I) e recuperados (R) . Neste modelo, assume-se que a população é homogênea, ou seja, todos os indivíduos apresentam a mesma probabilidade de interação entre si. Um problema importante na modelagem epidemiológica consiste em determinar o tamanho final da epidemia, isto é, o número total de indivíduos que se infectam ao longo de todo o surto da doença.
O objetivo deste trabalho é o estudo do tamanho final da epidemia, que corresponde ao número ou à proporção acumulada de indivíduos que foram infectados ao longo de todo o processo epidêmico, seu estudo é fundamental para dimensionar o impacto global da doença, orientar a alocação de recursos durante surtos e avaliar a eficácia de estratégias de controle em diferentes cenários de mobilidade e conectividade entre as subpopulações.
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Contagem da Galoá, excluindo robôs conhecidos. Atualizado em 30/09/2026.
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