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Educação e saúde sobre fatores de risco de hipertensão arterial: Relato de experiência dos acadêmicos de medicina da UNIVAG

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Introdução: As doenças cardiovasculares constituem a principal causa de morbimortalidade na população brasileira. Logo, investir na prevenção é decisivo, não só para garantir a qualidade de vida, como também para evitar a hospitalização e os consequentes gastos, principalmente considerando o alto grau de sofisticação tecnológica da medicina moderna. O modelo de atenção voltado para a Saúde da Família tem proporcionado mudanças positivas na relação entre os profissionais de saúde e a população, bem como na estruturação dos serviços e no padrão de assistência oferecida pelo sistema público de saúde. Em face da progressiva expansão do processo de organização dos serviços de atenção básica nos municípios, os profissionais de saúde necessitam de programas que os possibilitem desempenharem suas atribuições, cada vez mais próximos das necessidades de saúde da população. Devido a esses fatores, acreditamos que o conhecimento adequado sobre a hipertensão assim como as formas de prevenção, os fatores de risco e maneiras de como lidar com essa doença possam diminuir as consequências da doença e até mesmo o número de casos. Deste modo, essa ação teve como intuito repassar todas essas informações à população idosa para buscarem melhores qualidades de vida. Objetivo: Relatar a experiência dos acadêmicos de medicina sobre fatores de risco de hipertensão arterial ao grupo de idosos do Bairro Jardim União em Várzea Grande, Mato Grosso. Método: Trata-se de um relato de experiência dos acadêmicos de medicina realizado no dia 23 de junho de 2016 pelo projeto de extensão do Programa de Integração Comunitária da Faculdade de Medicina do Centro Universitário de Várzea Grande (UNIVAG) aos 50 idosos do Bairro Jardim União em Várzea Grande, Mato Grosso. Houve aferição da pressão arterial e glicemia dos idosos presentes, seguida de uma apresentação, por meio de cartazes, enfatizando o mecasnismo da doença e sua prevenção através de hábitos alimentares saúdaveis, prática de exercício físico, ao desuso do tabagismo e alcoolismo. Resultado: Evidenciamos que os idosos tinham muitas dúvidas sobre a hipertensão arterial, e que os mesmos desconheciam os fatores de risco e sua prevenção. Conclusão: As atividades realizadas contribuíram para o entendimento dos fatores de risco para a hipertensão arterial, bem como a importância da prevenção e adequação dos hábitos de vida. Portanto, a educação em saúde sobre a hipertensão arterial deve ser prática constante na atenção primária realizada pelo médico da família, já que traz benefícios a curto e a longo prazo, como melhor controle pressórico e consequente melhoria na qualidade de vida, a qual pode propiciar redução da morbimortalidade e do impacto dos custos na saúde pública.