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Foi-se trabalhado sobre a base legal de contribuições oriundas do imposto de renda para pessoas física e jurídica instituído por leis especificas para o cenário da infância. Enriquecida com informações do IBGE como população estimada das cidades e PIB municipal, por exemplo. Realizou-se inicialmente uma limpeza dos dados e uma análise descritiva das variáveis qualitativas e quantitativas. Em seguida, para se criar um modelo adequado, percebe-se a necessidade normalização das variáveis quantitativas utilizadas. Calcula-se a arrecadação municipal a cada 1.000 habitantes para fins de comparação e evitando-se distorções. Com nove anos de histórico partiu-se para o modelo de migrações de estados, onde observamos quais as migrações mais prováveis de acordo com quatro faixas de arrecadação que se criou a priori. As faixas de forma ordenada representam os estados em que as cidades podem se encontrar ao longo do tempo e quanto maior a arrecadação melhor a qualidade na captação dos recursos e consequentemente numa melhor faixa a cidade vai se encontrar. Considerou-se apenas cidade que tiveram algum repasse em dois anos consecutivos ao longo dos anos em que se tem histórico. Para que seja observado a migração ou manutenção em alguma faixa de arrecadação. Finalmente observou-se deterioração na qualidade das doações a partir de 2018 em horizontes de dois anos.
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