PROTOCOLO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL DO DEFICIENTE VISUAL NA EDUCAÇÃO SUPERIOR – UMA PROPOSTA

Vol.1, 2019. - 107359
Relato de Experiência
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Resumo

O Curso de Graduação de Geografia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi criado em 1960 e tem na sua trajetória três reformas curriculares, sendo a última em 2007 para as habilitações em Licenciatura e Bacharelado. No ano de 2011, o curso recebeu a primeira estudante com Deficiência Visual Cegueira – DVC. Apesar das reformas no currículo, não havia disciplina, formação docente e nem planejamento teórico-metodológico para atuar com essa realidade de incluir uma educação geográfica acessível ao estudante DVC. Apesar do amparo legal, principalmente após 1994 com os postulados de Salamanca, na Espanha e outros documentos legais do Brasil, recomendando a necessidade da presença das pessoas com deficiência no ambiente escolar comum, as universidades ainda estão em processos iniciais de atingir esse propósito. Atualmente a UFSC possui 15 estudantes DVC e 33 Deficientes Visuais Baixa-Visão, que são atendidos por uma estrutura administrativa para acessibilidade, e que aos poucos vai sendo aprimoradas nas questões pedagógicas. Este artigo visa apresentar as experiências do Curso de Geografia e do Laboratório Cartografia Tátil e Escolar (LabTATE) da UFSC na formação da primeira estudante DVC como Bacharel e licenciada. Essas experiências estão permitindo a sugestão de um Protocolo de acolhimento, atendimento, acompanhamento, metodologias teóricas-práticas para produção de recursos didáticos tátil/baixa-visão, avaliação e conclusão na educação superior.

Instituições
  • 1 Universidade Federal de Santa Catarina
Eixo Temático
  • 10. Políticas de Inclusão no Ensino Superior
Palavras-chave
Educação Inclusiva
Estágio Docência
Recurso Didático Tátil