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A experiência da deficiência física na relação com a escola pode impor barreiras e limites, especialmente, na realização das atividades que são comumente exigidas no processo escolar, entre elas a escrita. É reconhecido que tal função está entre as principais atividades exigidas pela escola (OLIVEIRA, ASSIS e GAROTTI, 2014). Portanto, discutir acerca das barreiras que são impostas ao se exigir dos estudantes que não podem realizar essa tarefa utilizando-se de lápis e registro no caderno, forma convencional ensinada na escola, faz-se relevante para pensarmos se estes são considerados “aptos” nos processos escolares? Assim, o objetivo desse trabalho é contribuir para a superação dessa questão e apontar recursos de Tecnologia Assistiva (TA) que possam colaborar para o enfrentamento de barreiras potencialmente presentes no processo de escrita de um estudante que vive a experiência da deficiência física (BROWNING, 2007; BRASIL, 2008; BERSCH, 2009). As atividades que foram desenvolvidas no âmbito do Atendimento Educacional Especializado, com um estudante com deficiência física, resultaram neste trabalho. Podemos inferir que o uso de recursos de TA contribuiu para que o aluno alcançasse o desenvolvimento da escrita, ressaltando a participação do mesmo como fundamental nas decisões tomadas, orientadas pelo fluxograma de Bersch (2009).
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