Do pique pega às gargalhadas: aprendendo com as diferenças.

Vol.1, 2019. - 106909
Relato de Experiência
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Resumo

Resumo:
PALAVRAS CHAVE: INCLUSÃO, EDUCAÇÃO, APRENDIZADO
Procurou-se neste trabalho refletir sobre as inferências do aluno “especial” e a percepção dos demais discentes sobre o cotidiano escolar e o relacionamento com pessoas que tem outros caminhos de aprendizagem. Mais do que isso, como essa aluna “especial” influenciou as escolhas do então mediador, conduzindo-o a escolher a educação especial como campo de pesquisa e atuação. O lugar de inferência foi uma turma com 27 alunos, de segundo ano do ensino fundamental e uma das alunas era cadeirante, localizada na cidade do Rio de Janeiro.
Este estudo se fundamenta no sociointeracionismo de Vygotsky, Freire e Mantoan, onde se perpetuam as possibilidades e potencialidades das relações dentro do espaço escolar, e salienta-se a capacidade de troca das experiências vivenciadas. Percebeu-se que, no universo dos próprios alunos, externavam os aprendizados que tinham a cada dia, mediados pelas práticas e motivados pela afetividade, assim como os demais sujeitos escolares.
Com o objetivo de análise através da observação, Freire e Piconez contribuíram para a investigação proposta, ao traçar um paralelo com os demais referenciais teóricos. Os resultados encontrados foram a ressignificação do olhar sobre as experiências práticas vivenciadas e possíveis respostas aos questionamentos no âmbito da temática da educação especial na perspectiva da educação inclusiva, além dos caminhos profissionais traçados após tal experiência.

Instituições
  • 1 Educação Especial / Secretaria Municipal de Educação / Prefeitura Municipal de Mesquita- RJ
Eixo Temático
  • 2. Os desafios da educação inclusiva no contexto da sala de aula
Palavras-chave
Inclusão
Educação
Aprendizado