A HETEROTOPIA, O ESPELHO. IDENTIDADE FORJADA.

Vol.1, 2019. - 105045
Oral
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Resumo

A pesquisa revela o discurso político e os espaços impostos como fios condutores na construção da identidade das crianças com deficiência intelectual, a Síndrome de Down, em ambientes educacionais. Aponta o crescimento da área da saúde na educação como mecanismo de intervenção no processo de escolarização e elaboração de vídeos e textos para a formação de professores. Verifica a presença de metodologias e práticas simplistas, que de forma equivocada fortalecem resultados práticos e repetitivos, os quais dificultam a formação de questões como o autodesenvolvimento, a consciência, a voluntariedade (VYGOTSKY, 1998). O aluno com Síndrome de Down vive um “estar” no grupo de forma utópica, nos termos definidos por Foucault, como heterotopia, uma experiência mista vivida, mediada como uma utopia, um espelho. São desprestigiados, forjados em suas intenções. O apresenta o resultado da análise de teses de doutorado e pós-doutorado desenvolvidas entre 2017 e 2018, assim como a revisão bibliográfica que norteia o campo da educação e políticas públicas apontadas no estudo. Como resultado, revela a comunicação adulterada, o aprofundamento e a dificuldade para se constituir como ser histórico pela força de referenciais culturais e estruturas já existentes (FOUCAULT, 1984) voltadas à Síndrome de Down.

Instituições
  • 1 Licenciatura em Pedagogia / Educação / Faculdade Sequencial
Eixo Temático
  • 9. Políticas de Educação Inclusiva: desafios atuais
Palavras-chave
Heterotopia
Política
Síndrome de Down