Quem vive de passado não é só museu: Como marcas de moda se apropriam da nostalgia como estratégia criativa

Vol.1, 2025 - 327611
Resumo Expandido - Fase final
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Resumo

Este trabalho investiga como a nostalgia atua como força ambígua na economia simbólica contemporânea. A partir dos conceitos de “fetiche do passado” e “mercado da saudade”, analisa-se como práticas culturais como: a estética vintage, campanhas de marcas que exaltam o passado e o garimpo em brechós, mobilizam temporalidades anteriores para gerar valor simbólico, afetivo e econômico. Observa-se que a nostalgia tem sido amplamente empregada como estratégia para engajar o público jovem, especialmente a Geração Z, funcionando tanto como linguagem de pertencimento quanto como possível fuga simbólica. Assim, propõe-se compreender como a economia criativa reativa memórias e afetos na construção de futuros mais sensíveis e sustentáveis.

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Instituições
  • 1 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Grupo de Trabalho
  • GT 5: Memória e patrimônio na economia criativa
Palavras-chave
Nostalgia
Moda
Memória
Economia criativa
Identidade Cultural