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Este trabalho investiga como a nostalgia atua como força ambígua na economia simbólica contemporânea. A partir dos conceitos de “fetiche do passado” e “mercado da saudade”, analisa-se como práticas culturais como: a estética vintage, campanhas de marcas que exaltam o passado e o garimpo em brechós, mobilizam temporalidades anteriores para gerar valor simbólico, afetivo e econômico. Observa-se que a nostalgia tem sido amplamente empregada como estratégia para engajar o público jovem, especialmente a Geração Z, funcionando tanto como linguagem de pertencimento quanto como possível fuga simbólica. Assim, propõe-se compreender como a economia criativa reativa memórias e afetos na construção de futuros mais sensíveis e sustentáveis.
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