To cite this paper use one of the standards below:
Reflexão crítica sobre os limites e possibilidades da inteligência artificial na saúde mental
Odail de Arruda Barbosa Junior
Universidade Federal de Mato Grosso
Ahora podrías compartir conmigo tus preguntas, observaciones y felicitaciones.
Crea un temaIntrodução: A inteligência artificial (IA) tem ganhado espaço em diversas áreas da saúde, incluindo a saúde mental, onde oferece avanços importantes na análise de dados clínicos, identificação precoce de transtornos depressivos, risco de suicídio e uso futuro de substâncias. No entanto, à medida que sua aplicação se expande, torna-se essencial refletir criticamente sobre os limites dessas tecnologias, especialmente em relação à substituição de práticas humanas complexas, como a psicoterapia, que envolvem empatia, escuta qualificada e sensibilidade cultural. Objetivo: Refletir sobre os limites e possibilidades da inteligência artificial na saúde mental, a partir de uma análise crítica. Metodologia: Trata-se de um estudo de reflexão, fundamentado na análise crítica de literatura científica, documentos oficiais e publicações técnicas que discutem a aplicação da IA na saúde mental. O estudo buscou integrar diferentes perspectivas, contemplando tanto os avanços tecnológicos quanto os desafios éticos e clínicos. A escolha das fontes foi orientada por sua relevância conceitual e atualidade, sem pretensão de exaustividade. Resultados e Discussão: A IA tem se mostrado eficaz no apoio à análise de grandes volumes de dados clínicos, favorecendo a antecipação de riscos e a tomada de decisões baseadas em evidências. Contudo, apesar de seus benefícios, essa tecnologia apresenta limitações significativas: falta de intencionalidade, empatia, compreensão subjetiva e sensibilidade cultural. Esses aspectos são fundamentais para o cuidado integral em saúde mental, especialmente em contextos terapêuticos. A confiança excessiva em algoritmos pode obscurecer a singularidade dos sujeitos e comprometer a humanização do cuidado. Conclusão: A inteligência artificial pode ser uma ferramenta complementar importante no campo da saúde mental, ampliando o acesso e qualificando intervenções iniciais. No entanto, não substitui a complexidade da relação terapêutica humana. O uso responsável e crítico da IA deve considerar suas limitações e ser sempre mediado por profissionais capacitados, garantindo que a tecnologia atue como aliada e não substituta do cuidado ético e humanizado.
Con casi 200.000 artículos publicados, Galoá permite a los académicos compartir y descubrir investigaciones de vanguardia a través de nuestra plataforma de publicación académica optimizada y accesible.
Obtenga más información sobre nuestros productos:
This proceedings is identified by a DOI , for use in citations or bibliographic references. Atención: este no es un DOI para el trabajo y, como tal, no se puede usar en Lattes para identificar un trabajo en particular.
Check the link "How to cite" en la página del papel, para ver cómo citar correctamente el papel