TEORIAS DE ASL E CONCEPÇÃO DE APRENDIZAGEM: REFLEXÕES DE UMA PROFESSORA DE INGLÊS PRÉ-SERVIÇO
Esta comunicação visa apresentar e discutir resultados preliminares de uma pesquisa PROVIC/UEPG, em andamento, sobre a minha visão do processo de aprendizagem de língua inglesa, na tentativa de informá-la teoricamente para o (re)pensar da prática pedagógica. Para o desenvolvimento da pesquisa, por um lado, considerou-se a minha experiência de 4 anos como professora de inglês em escolas de idiomas na cidade de Ponta Grossa/PR ao responder dez perguntas sobre o processo de aprendizagem de segunda língua disponíveis no artigo de Pica (1994) “Questions from the language classroom: research perspectives”; por outro lado, lançou-se mão das principais teorias e/ou hipóteses de aquisição de segunda língua (ASL) (behaviorismo, conexionismo, gramática universal, aculturação, input, output, interação e sociocultural) (PAIVA, 2014) para diagnosticar e compreender quais dessas teorias subsidiam a minha concepção de aprendizagem. Os resultados apontam a emergência das seguintes hipóteses: análise contrastiva, behaviorista, aculturação, input, output e interação. Nesta comunicação, primeiramente, farei uma exposição sobre as teorias de ASL elencadas aqui para, na sequência, relacioná-las à visão do processo de aprendizagem que emergiu das minhas respostas às questões de Pica. Essencialmente, essa pesquisa procura ressaltar a importância do conhecimento das teorias de ASL na formação inicial do professor de línguas adicionais.