TRILHA FORMATIVA DE OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO LOCAL NO DISTRITO DE PAU DA LIMA: VIVÊNCIA DE RESIDENTES EM SAÚDE COLETIVA

Vol 3, 2025 - 224976
Pôster Eletrônico
Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

Período de Realização A organização ocorreu no mês de março a abril de 2025, e a realização das oficinas em maio. Objeto da experiência “Trilha Formativa” com os gerentes e profissionais de referência da Atenção Primária, com vista ao aprimoramento da programação local em saúde. Objetivos Dialogar acerca da importância do manejo dos instrumentos de planejamento e gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) nas unidades da Atenção Primária à Saúde (APS) do Distrito de Pau da Lima, em Salvador-BA, com ênfase na construção coletiva da Programação Local em Saúde. Descrição da experiência Foram realizados quatro encontros, dois para apresentação da proposta para gerência, e duas oficinas, na Associação de Moradores, no turno vespertino. Iniciado com as Unidades de Saúde da Família, com a participação de 100%, seguido das Unidades Básicas de Saúde, com 50% de representação. Teve apresentação de slides, dinâmicas de planejamento e estratégias para o Plano Local, com base na Programação Anual. Após isso, foi compartilhada a planilha online de apoio a Programação Local das unidades. Resultados Evidenciou-se um desconhecimento teórico-prático significativo acerca dos instrumentos de gestão e seu manuseio, devido ao longo período sem atualização profissional e sobrecarga de trabalho. No entanto, no decorrer das oficinas, os gestores demonstraram envolvimento na atividade e ficaram esperançosos com o apoio das residentes nas Unidades de Saúde para auxiliar o processo de planejamento local do nível primário como também na consolidação de ações e acompanhamento da planilha de programação. Aprendizado e análise crítica A partir dos relatos e posicionamentos dos participantes, foi possível observar que há lacunas de entendimento quanto ao planejamento local dentro de unidades de saúde, assim como uma articulação insuficiente com os instrumentos de gestão do SUS. No quesito formativo, a Residência em Saúde Coletiva ISC/UFBA possibilita intervenções estratégicas diante das inquietações acerca do modelo de gerência local da APS, sua aplicabilidade, desafios e desarticulação com base no planejamento em saúde. Conclusões e/ou Recomendações Diante do exposto, a vivência de planejamento dos gestores locais das Unidades de Saúde na APS ainda é ínfima e pouco efetiva para transformações estruturais. É crucial que se intensifique estas medidas para que a articulação das necessidades da território/comunidade e o planejamento de ações com o monitoramento e avaliação, proporcionem efetividade e coesão da atenção integral à saúde dentro do SUS.

Compartilhe suas ideias ou dúvidas com os autores!

Sabia que o maior estímulo no desenvolvimento científico e cultural é a curiosidade? Deixe seus questionamentos ou sugestões para o autor!

Faça login para interagir

Tem uma dúvida ou sugestão? Compartilhe seu feedback com os autores!

Eixo Temático
  • Eixo 23 - Planejamento, Gestão e Avaliação na Saúde