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Apresentação/Introdução Alimentos ultraprocessados (AUP) estão associados a doenças crônicas e impactos ambientais. No Brasil, seu consumo representa ~37% da ingestão calórica, mas os padrões de consumo variam conforme condições sociodemográficas. Este estudo buscou identificar os determinantes do consumo de AUP na população brasileira ≥10 anos. Objetivos Avaliar os fatores sociodemográficos determinantes do consumo de AUP utilizando métodos robustos de análise. Metodologia Dados do módulo de consumo alimentar da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2017-2018) foram analisados (n=52.906.759). A classificação NOVA foi utilizada para categorizar os alimentos, e árvores de classificação e regressão (CART) identificaram interações entre variáveis (situação domiciliar, renda, escolaridade e idade). Resultados A CART revelou 8 nós terminais. O menor consumo de AUP (23,78%) ocorreu em residentes rurais com Conclusões/Considerações O consumo de AUP no Brasil é heterogêneo, influenciado por acesso (urbano/rural), renda e perfil demográfico. Políticas públicas devem considerar esses determinantes para intervenções específicas, especialmente em grupos jovens e urbanos.
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