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Este artigo investiga a coordenação de baterias e painéis fotovoltaicos como uma Usina Virtual de Energia (UVE) para fins comerciais, abordando desafios técnicos como controle de tensão, mitigação de perdas elétricas, redução da demanda na subestação, além de maximizar a vida útil e diminuir a necessidade de troca dos transformadores. Simulações com um sistema real no Brasil mostraram que a abordagem é promissora para serviços ancilares, devido à flexibilidade das baterias e à capacidade dos inversores de injetar energia reativa e ajustar a tensão, aumentando o valor financeiro do modelo. Benefícios econômicos são obtidos ao carregar baterias fora do horário de pico e descarregar durante o pico. A alta presença de sistemas fotovoltaicos na rede sugere que o carregamento das baterias fora do pico ajuda a mitigar problemas técnicos associados à alta penetração da Geração Distribuída.
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