Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
O sistema de saúde pública no Brasil vem de forma progressiva e contundente se estabelecendo por meio de novas competências e responsabilidades governamentais. Um gestor de serviço público de saúde para além de uma necessária bagagem acadêmica tem se formado no próprio serviço de saúde mesmo que sua entrada se dê na atenção à saúde no âmbito da assistência, situação bastante comum no Sistema Único de Saúde (SUS). Objetivou-se discorrer sobre a experiência e contribuições na formação de gestores no SUS e aprendizados. Refletir acerca dos desafios da aprendizagem coletiva operada por meio das interlocuções do vivido, tratados na perspectiva da formação gestora. Trata-se de relato de experiência de vivências em gestão no SUS em algumas regiões do país que contribuíram para a formação gestora em serviço. Nessa trajetória, destacam-se municípios de pequeno a grande porte com distintos grupos populacionais tais como: povos indígenas, populações ribeirinhas e população urbana. Desvelou-se de forma universal nesses contextos da gestão, experimentados, que uma gestão qualificada se efetiva, se forma e se produz, investindo nas pessoas e nas relações mesmo em cenários adversos. Conhecer e reconhecer as políticas de financiamento para buscar recursos pecuniários e humanos deve integrar a agenda de compromissos de um gestor qualificado.
O sistema de saúde pública no Brasil vem de forma progressiva e contundente se estabelecendo por meio de novas competências e responsabilidades governamentais. As negociações e pactos intergestores fazem parte desse contexto no que concerne inovações conceituais, logísticas, tecnológicas e instrumentais, que intervêm cotidianamente no exercício da gestão em condições diversas, heterogêneas e plurais. De forma universal destaca-se a realidade de parcos recursos em algumas regiões do país. Por um lado, a evolução tecnológica e por outro, a introdução de novas tecnologias na gestão dos serviços de saúde a favor da comunicação mais ágil na medida da inovação. Nesse cenário, é importante resgatar a formação de gestores no SUS a partir da experimentação da gestão por profissionais de saúde. Um gestor de serviço público de saúde para além de uma necessária bagagem acadêmica tem se formado no próprio serviço de saúde mesmo que sua entrada tenha ocorrido pela atenção à saúde no âmbito da assistência, situação bastante comum no Sistema Único de Saúde (SUS). Esta proposta parte da perspectiva das possíveis contribuições na formação de gestores a partir de uma prática em gestão no SUS.
Discorrer sobre a experimentação e contribuições na formação de gestores no SUS. Refletir acerca dos desafios da aprendizagem coletiva operada por meio das interlocuções do vivido, tratados na perspectiva da formação gestora.
Trata-se de relato de experiência de vivências em gestão no SUS em algumas regiões do país que contribuíram para a formação gestora em serviço. Nessa trajetória, destacam-se municípios de pequeno e de grande porte com distintos grupos populacionais tais como: povos indígenas, populações ribeirinhas, população urbana e etc. Ressaltam-se as estratégias utilizadas, apoiadas na Educação Permanente (EP)resultando na formação, através dos desafios, intervenções e resultados alcançados. Este construto envolveu estudos de políticas públicas de saúde, de financiamento, referenciais de gestão de serviços de saúde e de saúde pública. Não obstante, destaca-se o estabelecimento de formação, utilizando-se de instrumentos como escuta ativa, abordagem a gestores loco-regionais, construção de projetos de intervenção, identificar a diversidade de ideias em relação ao projeto, fazer ajustes necessários, trabalhar os conflitos e desenvolver a proposta, monitorar e avaliar resultados. Resultados e Discussão Em gestão empreende-se a importância de reinventar o cotidiano. A infraestrutura e recursos humanos são elementos para a gestão e formação em serviço. A promoção de ambiente acolhedor e investimento nas pessoas é o ponto de partida que contribui nos processos de trabalho que sobretudo qualifica a gestão. Outros atributos de destaque nesta vivência foram: criatividade, escuta ativa por meio de instrumentos avaliativos, acolher expectativas/demanda/sugestões/críticas, descentralizar criteriosamente a tomada de decisão, avaliação de desempenho, comunicação não violenta, conquistar relação de confiança, mediação de conflito, empatia, processos de monitoramento e avaliação sistemáticos para permitir intervenções oportunas. Considerando os municípios de pequeno e grande porte, zonas urbana e rural, os desafios são impactantes na formação do gestor. A EP despontou como estratégia de gestão que favoreceu à identificação de sujeitos desejantes de conhecimentos, assim como a possibilidade de valorização e que ofertar conhecimento é uma potencialidade na gestão. A qualificação dos trabalhadores em serviço e nos coletivos é uma meta de gestão imprescindível em suas devidas medidas.
Discorrer sobre a experiência e contribuições na formação de gestores no SUS sugeriu um olhar atento acerca dos desafios da aprendizagem coletiva operada por meio das interlocuções do vivido, tratados na perspectiva da formação gestora. Desvelou-se de forma universal nesses contextos vivenciados, que a gestão qualificada se efetiva, se forma e se produz, investindo nas pessoas e nas relações mesmo em cenários adversos. Conhecer e reconhecer as políticas de financiamento para buscar recursos pecuniários e humanos integra a agenda de compromissos de um gestor qualificado. Em cenários limitados de recursos, o modo de gestão e EP fortalecem o trabalho gerando sustentabilidade da formação em serviço. Por outro lado, a interação profissional induz à gestão descentralizada, tomada de decisão em tempo oportuno e assertiva, possibilitando adaptações a realidades diferenciadas tendo em perspectiva o êxito dos processos e sujeitos melhores.
1. CARVALHO, André Luis Bonifácio de et al. A gestão do SUS e as práticas de monitoramento e avaliação: possibilidades e desafios para a construção de uma agenda estratégica. Ciênc. saúde coletiva. 2012, vol.17, n.4, pp.901-911.Disponível:http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232012000400012. 2. Martins, C.C Waclawovsky, J.A. Problemas e Desafios Enfrentados pelos Gestores Públicos no Processo de Gestão em Saúde.Revista de Gestão em Sistemas de Saúde. 2015,Vol. 4, N. 1, pp 100-109. Disponível em: file:///C:/Users/pr119024/Downloads/Dialnet-ProblemasEDesafiosEnfrentadosPelosGestoresPublicos-5165175.pdf
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo