PRE-NATAL EM ADOLESCENTES NO ANO DE 2016 ATE JUNHO/2017
O presente estudo teve por intuito realizar um levantamento sobre a incidência da gestação em mães menores de idade e seus implicadores. Pode-se avaliar que mesmo com a gama de informação sobre prevenção existente, o não planejamento e a falta de informação para evitar a ocorrência ainda são predominantes. Fato qual nos faz repensar na forma de abordagem desse tema, “prevenção”, em consultas médicas ou até mesmo na forma em que estas informações já pré-existentes têm sido absorvidas por essas meninas. Verificou-se a necessidade de políticas públicas mais incisivas, como realização de projetos com um maior envolvimento dessas menores em atividades que favorecessem um melhor e maior autoconhecimento do cuidado com seu corpo, das consequências biopsicossociais e preparo destas para tais acontecimentos, incluindo aí o papel dos adolescentes (homens) na gestação e na paternidade. Entender o adolescente como um sujeito com direitos, tanto sexuais quanto reprodutivos, talvez seja o primeiro passo necessário para que ele possa reconhecer-se também como um sujeito que tem deveres em relação a sua própria sexualidade e, mais do que isso, que precisa ter responsabilidade para com a própria vida, em todos os seus aspectos.