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Introdução: A população acima de 60 anos é a que mais cresce no mundo e com isso a busca pela qualidade de vida, autonomia e satisfação com a vida; Associado a esses fatores destaca-se o sexo na terceira idade. No entanto, a preocupação com a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) não acompanhou o ritmo dessa evolução. Objetivo: o estudo teve como objetivo identificar o uso de preservativo, apontar o conhecimento sobre os métodos de prevenção e verificar onde os idosos aprendem sobre a tais doenças. Metodologia: Tratou-se de um estudo descritivo, exploratório de abordagem qualitativa. Realizou-se uma entrevista semiestruturada sobre o tema em questão. Os sujeitos da pesquisa foram idosos domunícipio de Valença no interior do estado do Rio de Janeiro. Participaram da entrevista 22 idosos, 18 mulheres e 4 homens. Discussão: Foi observado que a maior parte dos idosos sabem o que são DSTs e os métodos de prevenção, porém, não entendem as consequências destas doenças. Pode-se observar que fatores como a idade e a união conjugal são preditivos para o desuso do preservativo. Constatou-se que os idosos utilizam a televisão como principal meio de obter informações sobre tais doenças. Conclusão: Conclui-se que há necessidade de implementação de estratégias de promoção da saúde e conscientização dos idosos sobre DSTs. Ressaltamos que as equipes da Estratégia de Saúde da Família (ESF) devem ser o principal protagonista para efetivação da prevenção destas doenças assim como da promoção da saúde e da qualidade de vida do idoso, visando a preservação da autonomia dos mesmos e redução da morbimortalidade nesta faixa etária.