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Introdução A organização e sistematização de dados permite criar informações estratégicas em saúde, e garante uma estruturação da assistência e adequação da prática. Na UBS Itapoã, isso foi estabelecido graças à criação de um sistema eletrônico de armazenamento de dados. Objetivo Descrever o funcionamento da geração de dados em serviço de saúde, na UBS Itapoã DF. Metodologia Cada estudo é organizado em pasta numerada, onde há documento em word para entrada de informações gerais do estudo; modificações na linha de pesquisa; nomes dos colaboradores; retorno de avaliadores externos. Também são colocadas referências bibliográficas e arquivos referentes ao projeto. Os dados são mantidos em computador, com backup mensal em HD externo e diário em Drive. Resultado A produção de dados na UBS-Itapoã se iniciou em fevereiro de 2016, com o primeiro estudo sobre perfil de atendimentos médicos. Atualmente são 55 estudos divididos em 10 linhas de pesquisa. A organização dos dados permite que progrida-se nos projetos semanalmente, de acordo com o tempo disponível e com a flutuação de pressão assistencial. As linhas de pesquisa principais atuais são: Linha 33: CD e Pré-Natal Linha 17: Grupos Linha 48: Planificação Linha 23: Porta de entrada Linha 55: Vídeos Linha 51: Educação continuada Linha 40: Internato Linha publicações Linha Z estudos prévios Linha Z 53 outros estudos Contabilizam-se 28 alunos do internato que já contribuíram na unidade desde abril de 2016, dentro de um total de 66 colaboradores da UBS, que incluíram alunos de graduação de medicina e farmácia; residentes e médicos de medicina de família e comunidade, residentes em multiprofissional e jornalistas. Discussão A diversidade de áreas de atuação envolvidas na atenção primária gera uma vastidão de dados em saúde, usados na produção acadêmica e gestão do serviço. O registro das experiências permite a progressiva qualificação da assistência e da preceptoria.