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ESTRATÉGIA DA EQUIPE DA ESF PARA AUMENTAR A COBERTURA DE CITOPATOLÓGICOS

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O câncer de colo uterino possui um grande potencial de prevenção e cura, porém, no Brasil a alta mortalidade e números de casos índice continuam aumentando. Neste trabalho busca-se avaliar o rastreio realizado por uma equipe de saúde da família em sua comunidade, tentando identificar os possíveis problemas em alcançar a meta de 80% de rastreio em mulheres de 25 a 64 anos, preconizada pelo ministério da saúde. Metodologia: revisão do livro de colpocitológicos da equipe de 2014 e 2015 e dos indicadores no prontuário eletrônico de 2016 e 2017, buscando avaliar a percentagem de mulheres rastreadas pelo número total de mulheres cadastradas no período. Além disso, foi realizada análise dos resultados dos exames, identificando os alterados e seus seguimentos. Realizada entrevista com a equipe para saber quais foram às estratégias para melhorar seu índice. Resultados: a percentagem de mulheres entre os 25 e 64 anos com colpocitologia registrado nos últimos 3 anos foi: janeiro de 2016-36,66%, janeiro de 2017-46,90% e agosto de 2017-57,66%. Das reflexão feita pela equipe e das ações que foram válidas ou não para captar as mulheres ressaltam-se: marcação de consulta não teve bom resultado, pois o absenteísmo foi muito grande; campanhas realizadas extramuros na comunidade tiveram bons resultados; trabalho dos agentes de saúde com listas tiradas do prontuário tiveram bom resultado. Conclusão: todos os esforços que uma equipe de saúde faz para aumentar a percentagem de mulheres rastreadas para câncer de colo do útero tem um resultado positivo significativo, mas ainda a quem da meta preconizada de 80%; levantando a questão que é necessário um envolvimento maior por parte de gestores, lideranças sociais, redes de comunicação etc para que mais mulheres possam se conscientizar da importância do exame e ter acesso ao mesmo.