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Educação continuada sobre arboviroses na comunidade da Unidade de Saúde Vila Esperança

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Em 2015-16 o combate ao Aedes aegypti, ganhou grande destaque com a campanha “ Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes e à Microcefalia”, justificado pelo aumento do número de casos de dengue de forma impactante neste período. O mapa epidemiológico acusa que somente nas regiões sudoeste e centro-oeste não houve aumento dos índices em 2016. A campanha tem o objetivo de reduzir o índice de infestação por Aedes aegypti para menos que 1% nos municípios brasileiros. O Ministério da Saúde adotou três frentes de trabalho: Mobilização e Combate ao Mosquito; Atendimento às Pessoas; Desenvolvimento Tecnológico, Educação e Pesquisa. Em relação aos casos de dengue até 19 de dezembro de 2016, o município de Curitiba teve 6118 casos notificados, 504 casos confirmados, sendo que destes 26 são autóctones e 478 importados, e 2 óbitos. Houve 26 casos de Chikungunya importados de outros estados, e 33 casos importados de Zika e 9 autóctones. A força tarefa resultou na queda expressiva nos casos. Em 2017 as notificações de casos prováveis de dengue diminuíram em 90 % (até 25 março), Chikungunya 73% (11 março), e Zika 97%. Em 2017, até março em Curitiba, houveram 715 notificações suspeitas de dengue, 16 confirmações (3 autóctones/13 importados), Chikungunya 1 caso importado e nenhum caso de Zika. Sabendo que o mosquito está presente o ano todo, uma das estratégias é manter uma educação continuada para a população. A partir de março até maio de 2017, os acadêmicos do curso de medicina da Universidade Positivo, iniciaram uma roda de conversa diária com os usuários da Unidade de Saúde Vila Esperança, e a partir de pontos críticos: sobre o mosquito, contaminação, formas de prevenção, e sintomas da doença, desenvolveram um banner com as principais informações sobre o tema de forma que facilitasse o acesso da comunidade às informações.