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Introdução: Atualmente existe uma preocupação no enfoque dos profissionais de saúde em relação aos exames de imagem em detrimento ao exame clínico em gestantes durante o pré-natal. Objetivo: Comparar o número de exames de imagem a partir da solicitação de ultrassonografias frente a avaliação clínica e laboratorial no pré-natal de gestantes de risco habitual. Metodologia: Trata-se de um estudo prospectivo transversal com puérperas de alojamentos conjuntos. Foram colhidos e analisados dados de 1890 gestantes, destas, 265 não assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), ficando a amostra com 1.625, composta de puérperas de risco habitual nas primeiras 24 horas após o parto. Foi aplicado um questionário individualmente, coletado dados dos cartões das gestantes e dos prontuários. As informações foram armazenadas em um formulário do Google Docs e analisado posteriormente por meio de estatística no Excel. Resultados: Dos 1625 dados coletados 80% das gestantes avaliadas não tiveram seu estado nutricional determinado pelo IMC durante o pré-natal, 26,5% das gestantes não fizeram avaliação da glicemia de jejum na gestação. No entanto 96% das gestantes tiveram pelo menos um exame ultrassonográfico. Conclusão: Há uma opção na realização de exames de imagem como a ultrassonografia em detrimento a avaliação clínica e laboratorial das gestantes.