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Introdução: Sob vigência da Portaria nº 1.459, de 24 de junho de 2011, o Ministério da Saúde instituiu no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) a Rede Cegonha, que tem por finalidade abranger cuidados com a saúde da mulher e criança, com foco no parto, nascimento e desenvolvimento infantil de zero aos 24 meses de vida. Objetivo: Visto a importância do tema busca-se, no presente trabalho, avaliar os efeitos de puericultura sistemática sobre o desenvolvimento da criança assistida na atenção básica desde o nascimento até os dois primeiros anos de vida. Método: Foi realizado levantamento em base de dados (Scielo e LILACS), incluindo artigos em português, publicados entre 2011 e 2016. Discussão: A Rede Cegonha no tocante referente à criança, a acompanha desde o seu nascimento para certificar-se que as práticas utilizadas serão humanizadas, estabelecendo o primeiro contato com a mãe e cuidadora. Além disso, acompanha o primeiro ano de vida da criança com visitas domiciliares, consultas programáticas mensais e busca ativa dos faltosos. É também parte desse programa a orientação quanto a alimentação e a vacinação. No segundo ano de vida a periodicidade trimestral do seguimento garante, com olhar sobre a prevenção de agravos evitáveis a infância, a manutenção da Puericultura. Como impasse evidencia-se o despreparo técnico profissional bem como a pactuação com metas de melhoria em qualidade na saúde. Conclusão: A Rede Cegonha, mesmo sendo um modelo singular na condução da Puericultura nos primeiros anos de vida, apresenta como problematização em sua implementação a escassez de programas que pactuem com as equipes da atenção básica a educação continuada em saúde, a fim de melhoria nos indicadores em saúde. Contudo, faz-se de suma importância a implementação e entendimento deste projeto.