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Alterações da vacina Pentavalente na última década

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Introdução: A necessidade de diminuir o número de mortes por doenças transmissíveis, associada a evolução científica, levou a descoberta da vacina, uma forma prática e acessível de prevenção contra inúmeros microrganismos. Objetivo: Analisar documentos ministeriais acerca das mudanças ocorridas na vacina pentavelente na última década. Metodologia: Realizou-se pesquisa documental retrospectiva nas resoluções, portarias e calendários anuais de vacina no intervalo de 2007 a 2017. Discussão: Em 2007 a vacina tetravalente (difteria, tétano, coqueluche – DTP + haemophilus B - Hib) era administrada aos 2,4 e 6 meses e o reforço com a tríplice bacteriana (DTP) aos 15 meses e 4 anos. Em 2008 a dose do 6º mês foi substituída pela pentavalente (DTP + Hib + hepatite B), sendo o 1º reforço, aos 15 meses, feito com a tetravalente e o 2º, aos 4 anos, com a DTP. Em 2010, houve uma substituição da tetravalente pela pentavalente e exclusão das doses de reforço passando-se a administrar a pentavalente aos 2,4,6 e 18 meses. Em 2012, o calendário volta às configurações de 2008, com exceção dos dois reforços realizados com DTP. Em 2013 aplicava-se a pentavalente aos 2,4 e 6 meses com reforço da DTP aos 15 meses e aos 4 anos. Em 2014 o primeiro reforço passou dos 15 aos 18 meses. Em 2015 o reforço volta aos 15 meses, finalizando as alterações e manteve-se o esquema com três doses (aos 2,4 e 6 meses) de pentavalente e dois reforços com a DTP aos 15 meses e aos 4 anos até 2017. Conclusão: As inúmeras alterações ocorreram com o intuito de reduzir o número de injeções trazendo benefícios como a facilidade de administração, redução da dor e idas aos serviços de saúde. Essas vantagens contribuem para o alcance elevado da cobertura vacinal. Palavras-chave: Imunização. Pentavalente. Saúde Pública.