Intoxicação exógena acidental na faixa pediátrica no Brasil: 2007-2017

Vol 2, 2019 - 113725
Pôster
Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

Resumo: Objetivo: Avaliar e descrever as características epidemiológicas dos casos de intoxicação exógena acidental segundo agentes tóxicos na faixa pediátrica de 0 a 4 anos em relação às de 5 a 9 anos. Método: Estudo epidemiológico, analítico, do tipo ecológico com dados provenientes do Sistema de informação de Agravos e Notificação (SINAN-DATASUS) referentes às notificações de intoxicações exógenas acidentais ocorridas no Brasil, entre 2007-2017 na população com idade entre 0 a 9 anos, segundo sexo e tipos de agentes tóxicos, sendo utilizado a para o cálculo de taxas a cada 100.000 habitantes, utilizando-se do módulo StatCalc do Epi Info 7 para calcular a razão de taxas (RT) e o valor de p, considerando como significativo p<0,05. Resultados: O agente tóxico medicamento foi o principal causador de intoxicação exógena acidental em crianças na faixa etária de 0 a 4 anos, e nas de 5 a 9 anos de idade. Crianças de 0 a 4 anos apresentaram maior susceptibilidade a intoxicação exógena acidental pelo agente cosmético, sendo que as do sexo masculino possuem risco 38% superior em relação ao sexo feminino. Conclusão: A intoxicação exógena acidental de crianças sobretudo em menores de cinco anos é um problema de saúde pública que requer medidas preventivas. Palavras-chave: Acidental; Crianças; Cosméticos; Intoxicação Exógena; Pediatria.

Instituições
  • 1 Centro Universitário de Várzea Grande (UNIVAG)
Palavras-chave
QR2 Epidemiologia da atenção primária
QT5 Relatório de dados de saúde
A84 Intoxicação por medicamento
A86 Efeito tóxico de substancia não medicinal