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Resumo

As previsões indicam que a floresta Amazônica se tornará mais quente e seca nos próximos 100 anos por conta das mudanças climáticas. Unidades de Conservação podem atenuar os efeitos locais do aumento da temperatura uma vez que servem como barreiras para evitar o desmatamento, aumentando as taxas de estoque de carbono. A literatura acerca dos efeitos das mudanças climáticas nos répteis Squamata tem focado em lagartos, mas não há estudos que tragam uma abordagem a nível de comunidade. A apresentação terá como foco mostrar a avaliação da vulnerabilidade dos lagartos da Amazônia frente às mudanças climáticas a nível de comunidade. Foram avaliadas a estrutura da meta-comunidade, a qualidade térmica do ambiente, o risco de extinção e as potenciais áreas para conservação das espécies.

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Instituições
  • 1 Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • 2 Universidade de Brasília
  • 3 Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
  • 4 Santa Cruz / University of California
  • 5 Museu Paraense Emílio Goeldi
  • 6 Ohio University
Eixo Temático
  • 4. Conservação
Palavras-chave
Comunidade
risco de extinção
Lagartos
Amazônia
Unidades de Conservação