Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
No grupo de espécies Erythrolamprus reginae, estão incluídas E. reginae, E. macrosomus, E. zweifeli, E. oligolepis, E. dorsocorallinus, e E. rochai, ocorrendo em diversos biomas da América do Sul, tais como os Llanos da Venezuela, Floresta Amazônica, Mata Atlântica, Cerrado, Brejos de altitude da Caatinga, e Chacos úmidos. Ademais, este grupo apresenta uma grande similaridade morfológica com as subespécies do grupo E. epinephelus, no que diz respeito ao padrão de desenho e coloração, e por este fato estes dois grupos chegaram a serem tratados como um agupamento fenético de acordo com este conjunto de caracteres. Desta forma, este trabalho, tem como objetivo principal, propor uma hipótese sobre as relações filogenéticas das espécies do grupo E. reginae, além de estimar o tempo de divergência entre elas e compará-las com as espécies de outros complexos morfológicos reconhecidos para o gênero. Para tal, nós sequenciamos três marcadores mitocondriais (12S, cytb, COI) e dois nucleares (BDNF, NT3) para realizar uma análise combinada com uma matriz morfológica, contendo caracteres de padrão de desenho e coloração, osteologia, hemipênis, musculatura adutora cefálica e microornamentação de escamas. Como resultado, nós encontramos novas sinapomorfias para Xenodontini, recuperamos o monofiletismo do grupo E. reginae, tendo E. taeniogaster como grupo-irmão.
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo