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Sapos e cobras são frequentemente associados a presença de veneno e como potencialmente perigosos para os seres humanos, ainda que a maioria das espécies sejam inofensivas. Neste projeto avaliamos a concepção que estudantes do 7° ao 9° ano de uma escola em Manaus apresentam sobre sapos e cobras. Para isso fizemos uma análise do diagnóstico do conhecimento prévio dos estudantes sobre esses animais através de um questionário. No total, 113 alunos foram entrevistados (53 meninas e 60 meninos), com idade entre 12 e 15 anos. Menos da metade dos estudantes acham que sapos e cobras são importantes (44.75% e 30.75%, respectivamente) e muitos deles não sabem identificar sapos e cobras (42.75% e 52.37%, respectivamente). A maior parte da informação que esses estudantes recebe sobre esses animais é na escola (47.46%) e de familiares e/ou amigos (46.33%). Quando perguntados sobre que atitude teriam ao avistar um desses animais, a maioria teria atitudes de proximidade (54.83% dos meninos e 53.52% das meninas), optando por devolver o animal a natureza ou chamar um responsável. Atitudes de distância corresponderam a 42.62% e 38.36% e de conhecimento biológico 4.96% e 6.66% (meninos e meninas, respectivamente). Apesar de receberem informação na escola, os estudantes ainda não conhecem a importância desses animais. Aulas expositivas são geralmente pouco atraentes para os estudantes, sendo assim ações educativas participativas que promovam o conhecimento sobre esses animais, utilizando métodos modernos que conversem com os estudantes (como jogos eletrônicos) podem ser uma eficiente estratégia para atribuir valor de conservação ao grupo.
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