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Entre março de 2014 e maio de 2018 foram coletados 17 espécimes de Phrynops hilarii, cágado-de-barbilhão, mortos em estradas e rodovias dos municípios de Capão do Leão e Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil, para investigar a diversidade de helmintos associados a esta espécie. Foram examinados cavidade oral, esôfago, estômago, intestinos delgado e grosso. Os helmintos encontrados foram fixados em AFA e conservados em álcool 70°GL. Foram estimados os índices de Prevalência (P%), Intensidade Média de Infecção (IMI), Abundância Média (AM). Spiroxys contortus (Nematoda) ocorreu no esôfago, estômago e intestino delgado com P% 58,82, IMI 7,70 e AM 4,52, larvas de Dioctophyme renale (Nematoda) ocorreram com P% 23,52, IMI 3,50 e AM 0,82 e na cavidade celomática. Polystomoides sp. (Monogenoidea) ocorreu na cavidade oral com P% 23,53, IMI 1,25 e AM 0,29. Os Digenea Cheloniodiplostomum testudines (P% 52,94, IMI 46,0 e AM 24,35); Telorchis birabeni (P% 17,64, IMI 3,66 e AM 0,64); Caimanicola brauni (P% 35,29, IMI 106,16 e AM 37,4); Timoniella ostrowski (P%11,76, IMI 9,50 e AM 1,11) e espécimes de Echinostomatidae gen. sp. (P% 11,76, IMI 2,0 e 0,23) foram encontrados no intestino delgado. Dioctophyme renale, C. testudines e T. birabeni já foram registrados em P. hilarii no Brasil. Helmintos Polystomatidae e Echinostomatidae foram relatados neste hospedeiro na Argentina e Uruguai. Spiroxys contortus, C. brauni e T. ostrowski são registrados pela primeira vez parasitando P. hilarii no Brasil.
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