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Dentre as espécies da tribo Echinantherini, Echinanthera amoena (Jan, 1863) representa um dos táxons menos estudados. A espécie foi descrita apenas com base no holótipo, e poucos exemplares adicionais foram relatados na literatura ou depositados em coleções zoológicas. Sua caracterização morfológica e posicionamento filogenético permanecem desconhecidos. Neste estudo, nós analisamos a posição filogenética de E. amoena com base em dados moleculares, e reavaliamos sua diagnose a partir de evidências morfológicas. Geramos, por PCR, sequências para quatro genes mitocondriais e três genes nucleares para 13 espécies pertencentes aos gêneros Echinanthera, Sordellina e Taeniophallus. Obtivemos, do GenBank, sequências para os demais representantes de Xenodontinae. Analisamos a matriz concatenada por Máxima Verossimilhança, utilizando modelos específicos para cada partição. Examinamos a morfologia externa e interna de E. amoena e comparamos com outras espécies da tribo. Nossos resultados posicionam E. amoena como grupo-irmão de um clado formado por seus demais congêneres e o grupo de espécies relacionado a T. affinis (T. poecilopogon, T. persimilis e T. bilineatus). Morfologicamente, E. amoena difere de todas espécies de Echinanthera e demais táxons relacionados, pela seguinte combinação de caracteres: (1) coloração dorsal alternando de verde, no primeiro terço do corpo, para marrom no meio do corpo e terço posterior; (2) processos maxilares da pré-maxila sem projeções posteriores; (3) contato supratemporal-parietal presente; e (4) hemipênis ligeiramente bilobado, sem a presença de um grande espinho basal. A topologia de nossa análise filogenética e a avaliação comparativa das evidências morfológicas apontam para necessidade de uma revisão taxonômica dos gêneros Echinanthera e Taeniophallus.
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