ESCOLARIZAÇÃO DO SURDO: PERSPECTIVA DE INCLUSÃO NO TRABALHO FORMAL

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Detalhes
  • Tipo de apresentação: Apresentação Oral
  • Eixo temático: 8. Profissionalização e Educação Inclusiva
  • Palavras chaves: Libras; Mercado de trabalho; Educação Profissional; Inclusão; comunicacao;
  • 1 Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”

ESCOLARIZAÇÃO DO SURDO: PERSPECTIVA DE INCLUSÃO NO TRABALHO FORMAL

ARTUR NETO

Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”

Resumo

A presente investigação, propõe uma reflexão sobre a temática da barreira comunicacional enfrentada pelos sujeitos Surdos no trabalho. Tivemos, como objetivo, analisar as barreiras linguísticas enfrentadas pelo estudante Surdo, no processo de inclusão no mercado de trabalho potiguar. As escolas assumindo seu papel de educar para o trabalho, causará uma mudança perceptível, aumentando as chances da população surda diminuir sua dependência frente às políticas paternalistas. A pesquisa será quantitativa de cunho descritiva, os dados foram coletados por meio de questionário fechado. Com base nos resultados da pesquisa, podemos concluir que existe um forte discurso inclusivo, porém, o mercado de trabalho potiguar apresenta diversos aspectos, que não contribuem para a efetivação da inclusão do surdo.

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Autor

ARTUR NETO

Olá Ellen!

Achei fantástico seu relato, infelizmente as escolas brasileiras não estão preparadas para ensinar de forma diferente do que era ensinado no século XV. O mercado de trabalho ainda é capacitista, e a sociedade acredita que ser normal é fazer uso da linguagem oral. Estamos caminhando para uma mudança de paradigma, mas ainda levará alguns anos para vermos os efeitos benéficos na sociedade.

Andressa Agnes de Assis Silva

Olá,

Infelizmente o que se vê nas escolas é o discurso de inclusão, quando na prática ainda ocorre claramente a exclusão. Políticas públicas são importantes ferramentas, mas uma mudança na postura da sociedade precisa ser realizada com urgência. Não podemos mais negligenciar e deixar de oportunizar o ensino e a qualidade de vida a todos. 

Sou colega de mestrado da Ellen, e mesmo no grupo em que todos são ou pretendem ser da área da educação, ainda percebe-se o tratamento diferenciado (de forma a excluir) as pessoas com necessidades específicas.

Concordo com ela, quanto a necessidade de investimento na formação de docentes capacitados a acolher qualquer pessoa, independente da deficiência ou alto grau de habilidade que possuir. Assim como corroboro com a opinião do Arthur que de estamos caminhando para uma mudança e cenário, mesmo que a passos lentos.

 

Abraços

Autor

ARTUR NETO

Muito bem colocado Andressa, como diria Paulo Freire, quando a educação não é libertadora o oprimido torna-se opressor. Vivemos essa realidade no cotidiano escolar, aqueles que deveriam ser o diferencial na sociedade são os "opressores" dos diferentes. Falta-nos empatia, amor, sensibilidade e muito mais.