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INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM TEA NO ENSINO REGULAR, FUNDAMENTAL I: ESTUDO DE CASO

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Este relato de experiência contempla as atividades que tenho desenvolvido em sala de ensino regular, no período de um ano e dois meses que tenho atuado como mediadora de uma criança diagnosticada no espectro do Transtorno do Espectro Autista (TEA), 10 anos de idade, regularmente matriculada na educação básica, mais especificamente no quarto ano. Quando comecei a atuar em março de 2015, o mesmo não estava alfabetizado, não desenvolvia atividades em sala com a turma e tinha em seu comportamento padrão repetitivo ações como caminhar pelo pátio da escola ou pela sala. A partir das adaptações curriculares orientadas para contemplar as necessidades educacionais especiais de alunos TEA, particularmente baseadas na estratégia de uso de PECS (Picture Exchange Communication System – Sistema de comunicação por meio de imagens), TEACHH (Treatment and Education of Autistic and Comunication Handicapped Children – Tratamento e Educação de Crianças Autistas e com Desvantagens na Comunicação e das intervenções em sala quanto ao encaminhamento das atividades e da avaliação, significativas melhoras no comportamento, sociabilização e participação em sala foram observados, inclusive o início de letramento e alfabetização efetivos, principalmente quando as escolas e as professoras se tornaram menos resistentes a proposta de ensino colaborativo, denominada coensino.