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SUBJETIVAÇÃO DO PROFESSOR SURDO: A FORMAÇÃO NO PROCESSO DA INCLUSÃO

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Esta pesquisa analisa o processo histórico do surgimento e da formação do cargo de “Professor Surdo” em Vitória-ES, na tentativa de aplicar o pensamento estabelecido por Foucault sobre a vontade do saber e a vontade da verdade, para insinuar “uma certa obstinação em desfazer-se do que é familiar e em olhar as mesmas coisas de forma diferente” (FOUCAULT, 1980, P. 5).
O sistema público municipal na Grande Vitória e estadual seguem as normas definidas pelo Ministério de Educação e Cultura (MEC) e os seus dispositivos sobre a regulamentação do cargo de Professor Surdo nas escolas em várias formas de governamento e de subjetivação inclusiva dos sujeitos surdos, como necessidade de integração na sociedade, constituindo a verdade sobre a inclusão.
Pretendo trabalhar aqui com a noção de “governamentalidade” como grade de inteligibilidade a partir das ferramentas analíticas tais como politicas de “normalização”, “subjetivação” e “governamento”.