30116

PENSAR E REFLETIR AS PRÁTICAS CURRICULARES INCLUSIVAS FORA DO CAMPO DO FRACASSO.

Favoritar este trabalho

O presente artigo objetiva problematizar a ideia de práticas curriculares inclusivas que continuamente vem sendo associada ao fracasso. O artigo é resultante da pesquisa bibliográfica tendo como principais fontes Mesquita (2013), Lunardi (2009) e Ropoli (2010). Esta etapa se configurou como fundamental para as intervenções que serão produzidas nas escolas em decorrência do PIBID.
Diante das análises empreendidas, pode-se concluir que a proposta de prática curricular produzida pela literatura da inclusão e pela política educacional é definida como uma espécie de “modelo exemplar” que deve ser alcançado pelos professores. Tal perspectiva acaba por desconsiderar que o processo de produção das práticas está marcado por questões históricas e culturais e que, portanto, a produção dessa prática se faz num contínuo com mudanças pouco visíveis em curto prazo, mas sensíveis a quem experimenta o “incluir”.
Diante disso, encontramos na ideia de práticas curriculares com elementos de inclusividadeuma outra possibilidade de pensar a inclusão, tentando encontrar as suas potencialidades e avanços, por entender que esta não é um adjetivo da prática, mas materialidade que se constitui na ação, diante da matrícula do aluno em situação de deficiência nas classes comuns das escolas regulares de ensino.