Ao nascer um filho com algum tipo de deficiência, surgem demandas não esperadas para as mães, sendo importante conhecer os processos e expectativas face a algo que não foi planejado, para que ela esteja sempre adaptada ao filho. Algumas mães param de trabalhar para cuidar exclusivamente da criança, outras conseguem trabalhar de casa e algumas não conseguem exercer nenhuma atividade remunerada. O problema de pesquisa pautou-se na possível existência da relação entre o nível de adaptação ao compararmos mães com filhos com alguma deficiência e seus tipos de trabalho. O objetivo foi identificar o nível de adaptação das mães com filhos com alguma deficiência influencia o tipo de trabalho que desempenham e se há relação entre o nível de adaptação e o tipo de trabalho que desempenham. Trata-se de um estudo descritivo e transversal de abordagem quantitativa. Para a coleta dos dados foi utilizado a Escala Parental de Adaptação à Deficiência (EPAD) com 30 mães de crianças com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), Síndrome de Down e Paralisia Cerebral (PC). Como resultados tivemos que as mães que trabalham em casa apresentaram-se mais adaptadas nas dimensões capacidade, resiliência, depressão, diagnóstico e passado/idealização, quando comparadas as mães que trabalham fora; as mães que não trabalham (não exercem nenhuma atividade remunerada) e que cuidam exclusivamente dos filhos quando comparadas as mães que trabalham fora, mostraram-se mais desenvolvidas nas dimensões na