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A secagem é fundamental para a industrialização da madeira sólida. Na secagem realizada em câmaras convencionais é possível controlar parâmetros como umidade relativa do ar, temperatura e velocidade de circulação do ar, sempre visando secar a madeira no menor tempo possível, com a mínima incidência de defeitos e permite atingir o teor de umidade final desejado. Neste contexto, o objetivo do presente trabalho foi realizar um estudo de caso em uma empresa que atua no ramo de secagem da madeira de Pinus sp., dimensionar a capacidade de secagem das câmaras de secagem, avaliar o programa de secagem e determinar a taxa de secagem da madeira. Para o estudo foram utilizados dois produtos distintos, peças com 90x140x2700 mm e 21x125x2500 mm de espessura, largura e comprimento, respectivamente. Percebeu-se que a capacidade das estufas foi maior quando abastecida com peças com espessura de 90 mm. O programa de secagem utilizado em ambos os produtos foi considerado adequado. A taxa de secagem foi calculada quando o processo de secagem foi contínuo e quando o mesmo sofreu paradas; a diferença média desse parâmetro para a secagem do produto 1 foi de 30%, enquanto que para o produto 2 foi de 15%. O tempo de secagem foi superior para ambos os produtos quando o processo sofreu interrupções.
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