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Resumo

A escassez madeireira se tornou uma preocupação no Brasil, gerando uma série de incentivos fiscais que deram origem aos primeiros plantios comerciais, em sua maioria, de espécies dos gêneros Pinus e Eucalyptus. Atualmente o Brasil possui aproximadamente 7 milhões de hectares de florestas plantadas com finalidade comercial, as quais podem ser utilizadas sob diferentes formas. O uso direto da madeira como material combustível pode, entretanto, apresentar eficiência reduzida, devido à umidade da madeira. Para que ocorra uma combustão adequada, a madeira deve ser utilizada com teores de água abaixo de 25%. Portanto, o objetivo deste estudo foi avaliar a perda de energia devido à variação da umidade dos cavacos de madeira em uma empresa do ramo agroindustrial. Para isso determinou-se a umidade dos cavacos conforme a metodologia normatizada, calculando a perda de energia para a evaporação da água de formação da madeira, e também a água que compõem a umidade. O teor de água médio dos cavacos foi de 34,87% em base úmida, obtendo-se um poder calorífico efetivo de 2.703,87Kcal/Kg. A queima da madeira com alta umidade aumenta os custos de aquisição de matéria prima e diminui o poder calorífico da mesma. A quantidade de energia disponível está relacionada com a quantidade de água presente na madeira, quanto maior a quantidade de água, menor o seu poder calorífico efetivo.

Instituições
  • 1 Departamento de Ciências Florestais/Universidade Federal de Lavras
  • 2 Universidade Tecnológica Federal do Paraná
  • 3 Departamento de Ciências Florestais / Universidade Federal de Lavras
Eixo Temático
  • 6. Industrialização e Produtos da madeira: Energia
Palavras-chave
Pinus sp
biomassa
Umidade
Poder calorífico
Combustão