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A correta identificação do carvão vegetal contribui para uma fiscalização eficiente, e por consequência diminuição do comércio ilegal e aumento da arrecadação de impostos. A espectroscopia de infravermelho próximo apresenta aspectos técnicos que possibilita a identificação de carvão produzido a partir de diferentes procedências de madeiras. O trabalho tem como objetivo verificar a eficiência da espectroscopia de infravermelho próximo (NIR) na identificação de carvão vegetal de diferentes procedências. As amostras de carvão vegetal utilizadas foram provenientes de madeira de espécies nativas do cerrado tocantinense, e de floresta plantada de Eucalyptus sp. Foi realizada analises espectrométricas e tomados os espectros. As amostras foram submetidas à análise imediata do carvão vegetal para a produção de modelos que indique os teores de carbono fixo, materiais voláteis e umidade. A análise dos dados foi realizada por meio do programa Unscrambler 9.8. e a técnica aplicada foi a análise da componente principal PCA e a regressão. Os resultados indicam que para carvão provindos de fornos que não apresentam controle dos parâmetros de carbonização não evidenciaram diferenças entre as amostras. Através das análises quantitativas foi possível indicar a qualidade do carvão vegetal para o variável carbono fixo e materiais voláteis. Em média para espécies nativas possui 68% de carbono fixo e 26% de materiais voláteis, enquanto que para Eucalyptus sp. apresentou valores médios de 70% de carbono fixo e 28% de materiais voláteis. Não foi possível identificar a origem da madeira que produziu o carvão e que é possível identificar a tendência de qualidade do carvão.
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