Este trabalho foi publicado pelo Galoá e tem um DOI depositado. Para citar este trabalho, use um dos padrões abaixo:
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Se você NUNCA registrou um DOI no seu Lattes, veja nosso tutorial!O presente artigo é resultado de uma monografia de conclusão do curso de Psicologia da Universidade Estadual do Piauí - UESPI, em que investigou-se as concepções de profissionais de saúde de formação superior de um hospital de urgência e emergência, acerca do comportamento suicida. Tendo em vista a grande probabilidade de terem de enfrentar demandas de suicídio, e a importância da preparação teórico-prática nas estratégias de promoção, prevenção e posvenção, fundamental ao prestar o cuidado integral ao paciente, esta pesquisa trata-se de um estudo descritivo-exploratório, que objetivou-se compreender as percepções dos profissionais de saúde sobre o fenômeno, analisar a contribuição da formação acadêmica na compreensão desses profissionais, e investigar as possibilidades de ação. Após a anuência do Comitê de Ética em Pesquisa da instituição campo de pesquisa, e do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), coletou-se os dados através de uma entrevista semi-estruturada, caracterizando-se como uma abordagem qualitativa de investigação. As informações colhidas foram submetidas à análise de conteúdo de Bardin (1977), e posterior categorização de acordo com a proposta apresentada por Minayo (2001). Os resultados desenvolveram à construção da perspectiva com base nas seguintes categorias de discussão: “Visão dos profissionais acerca do suicídio”, “Fatores de risco e de proteção para o suicídio”, “Experiência profissional frente à demandas de suicídio” e “O suicídio e a formação profissional”. Foi possível perceber nesse estudo, que os profissionais tem diferentes formas de entender o tema, algumas superficiais, se assemelham ao discurso da sociedade leiga em geral. O que evidencia a necessidade de espaços de discussão sobre o suicídio nos cursos da área da saúde, bem como atividades de educação permanente que trabalhem o manejo dos profissionais para atuar frente a demandas de suicídio.
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