EMISSÕES DE MERCÚRIO EM UNIDADES TERMELÉTRICAS A CARVÃO

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Detalhes
  • Tipo de apresentação: Pôster
  • Eixo temático: Meio Ambiente
  • Palavras chaves: mercurio; termelétrica; Carvão mineral; técnicas analíticas;
  • 1 CT-SATC / SATC / SATC
  • 2 CT / SATC / Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina
  • 3 Centro Tecnológico / Faculdade SATC / Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina - SATC
  • 4 FASATC – Faculdade SATC
  • 5 Centro Universitário UniSatc / UNISATC
  • 6 Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de SC
  • 7 Copel Geração e Transmissão S. A.

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Resumo

No Brasil, não existe legislação ambiental para o controle das emissões de mercúrio a partir da queima do carvão mineral, portanto os dados são muito escassos. Nesse contexto, este trabalho que está vinculado ao Projeto PD 06491-0417/2016 do Programa de P&D ANEEL, é baseado em estudos específicos realizados em usinas térmicas instaladas em diferentes países, onde foram compilados os dados de emissões de mercúrio, considerando as características do carvão mineral, a sua especiação, as técnicas analíticas empregadas na sua quantificação e as diferentes tecnologias de controle de poluição atmosférica empregadas. O conhecimento das técnicas analíticas para a determinação da quantidade de mercúrio e o seu comportamento, em termos de especiação química durante a queima de carvão mineral, permite avaliar o limite de detecção, assim como, as vantagens e desvantagens. Para a determinação das concentrações de mercúrio é possível empregar diferentes técnicas analíticas, como a Espectrometria de Fluorescência de Raios X (FRX) ou de Vapor Frio (CV AFS), a Espectrometria de Emissão Óptica com Plasma Acoplado Indutivamente (ICP OES) e a Espectrometria de Absorção Atômica com correção de Zeeman ou com geração de vapor frio (CV AAS), sendo esta última a mais utilizada em estudos envolvendo unidades termelétricas permitindo quantificar os teores de mercúrio total, e suas espécies nas matrizes de carvão mineral, cinza leve, cinza pesada e material particulado. A remoção de mercúrio varia muito para as diferentes usinas térmicas e está relacionada à quantificação dos co-benefícios dos dispositivos de controle de poluição do ar (DCPA), que desempenham um papel muito importante nas liberações e emissões de mercúrio. Portanto, é necessário identificar as técnicas mais apropriadas às matrizes existentes nas termelétricas, otimizando o uso de DCPA para garantir que as emissões de mercúrio sejam menores.

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