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Modelos de turbulência da classe viscosidade turbulenta linear falham em capturar a anisotropia em escoamentos com rotação e curvatura. Enquanto correções via funções empíricas são comuns, abordagens baseadas em bifurcação oferecem maior fundamentação física. Este trabalho comparou o desempenho de modelos clássicos (SA, k-epsilon, SST) e variantes corrigidas (SARC, CC) frente a uma implementação de bifurcação (k-epsilon BCC) em tubo U. Apesar de promissor, o modelo k-epsilon BCC, com as simplificações aplicadas, obteve erro médio em relação aos dados experimentais de 13%, enquanto k-epsilon CC se destacou com 7%.
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