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A utilização do polímero Estireno-Butadieno-Estireno (SBS) é comum na indústria asfáltica por melhorar as propriedades viscoelásticas dos ligantes, porém se origina do petróleo, uma fonte não renovável, além de possuir elevado custo. Como alternativa, neste trabalho foram utilizados biopolímeros produzidos em escala laboratorial e fabril a partir do óleo de soja parcialmente epoxidado (SESO) para modificar ligantes asfálticos que já possuíam SBS. Os ligantes, com e sem modificação de polímero, foram envelhecidos em estufa de envelhecimento de filme fino (RTFO) e de envelhecimento por vaso de pressão (PAV) e posteriormente testados através dos ensaios para determinação do grau de desempenho e do ensaio de fluência e recuperação sob tensão múltipla (MSCR). Esses ensaios tiveram como objetivo determinar as máximas e mínimas temperaturas de serviço e o tipo de tráfego indicado para utilização destes ligantes. Foi observado que os ligantes modificados com biopolímeros apresentaram melhora na recuperação elástica e susceptibilidade térmica.
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