Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
Resumo Esta pesquisa investigou como ver e fazer cinema podem desestabilizar sentidos e linguagens cristalizados sobre o que é a infância na formação de profissionais da psicologia. Na lógica fundante da psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem, os corpos infantis são compreendidos como faltantes, marcados por incompletudes. Como estranhar a infância, a escolarização e estremecer as certezas sobre elas com imagens? Apostamos em uma formação inventiva com o cinema, que se distancia da formação como competência técnica e se aproxima de uma política cognitiva que compreende a aprendizagem como problematização do mundo que está dado como preexistente. Para a produção de dados, foram etnocartografadas três filmes criados por estudantes de psicologia com o dispositivo “História dos objetos escolares”, cujo objetivo consistia em filmar a relação afetiva de uma pessoa com um objeto escolar. Tomamos a memória como invenção, um lidar com “restos arqueológicos” que produz bifurcações e diferenciações, cujos resultados são imprevisíveis. Nos filmes analisados um relógio de pulso dourado, uma palmatória e um caderno sério protagonizam e reinventam histórias que movimentam afetos e aprendizagens, fabulações infantis que ampliam o mundo. Palavras-chaves: formação inventiva; cinema; infância; etnocartografia de tela
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo