A FORÇA DAS IMAGENS COMO POSSIBILIDADE DE DELIRAR E QUEBRAR CLICHÊS NAS ESCOLAS

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Resumo

Resumo Vivemos num mundo cheio de padrões de comportamentos, corpos, sentidos percepções e afetos. A escola ocupa um espaço/tempo central na vida das crianças e como tal também, na perspectiva hegemônica, tem sido planejada como uma máquina de normalização e padronização. Mas apesar dessa tendência, há muito energia vital, há muita diferença nas escolas. Nelas há uma estética da existência que não se dobra à domesticação simbólica. Apostando na escola como espaço/tempo dessa estética da existência, o presente painel, traz para a discussão a perspectiva de três autores, resultados de suas pesquisas, para verouvirsentirpensar de outro modo a escola: um modo polifônico, plural, anti-identikit. O primeiro texto, Contra o novo fascismo do identikit semiótico: urgências para uma educação sensível desde uma infância errática, mostra que para combater o fascismo, a homogeneização, os processos de homologação do identikit, convém pôr em xeque o sistema de dominação de significação universal e conceber a infância como uma micropolítica de semiótica a-significante, proliferando as experimentações estéticas. O segundo texto, A força da imagem no processo de escolarização dos corpos: por uma pedagogia do sensível, reconhece os cotidianos escolares como espaços/tempos nos quais os encontros coletivos de corpos podem produzir fissuras no status quo. Para potencializar as fissuras no status quo, a autora defende o uso de imagens que quebram os clichês, deixando de fazer das escolas um espaço cinza e tornando-as espaços/tempos de uma colorida pedagogia do sensível. Por fim, o texto “Fazersentirpensar” com imagens e sons em filmes “vistosouvidossentidospensados”, postula que o uso de filmes contém várias possibilidades de gerar conversas que podem produzir conhecimentosssignificações que privilegiam a diferença e a capacidade de criar e inventar outros currículos e mundos. Palavras-chave: Pedagogia do Sensível; Escolas; Diferença. Resumo Vivemos num mundo cheio de padrões de comportamentos, corpos, sentidos percepções e afetos. A escola ocupa um espaço/tempo central na vida das crianças e como tal também, na perspectiva hegemônica, tem sido planejada como uma máquina de normalização e padronização. Mas apesar dessa tendência, há muito energia vital, há muita diferença nas escolas. Nelas há uma estética da existência que não se dobra à domesticação simbólica. Apostando na escola como espaço/tempo dessa estética da existência, o presente painel, traz para a discussão a perspectiva de três autores, resultados de suas pesquisas, para verouvirsentirpensar de outro modo a escola: um modo polifônico, plural, anti-identikit. O primeiro texto, Contra o novo fascismo do identikit semiótico: urgências para uma educação sensível desde uma infância errática, mostra que para combater o fascismo, a homogeneização, os processos de homologação do identikit, convém pôr em xeque o sistema de dominação de significação universal e conceber a infância como uma micropolítica de semiótica a-significante, proliferando as experimentações estéticas. O segundo texto, A força da imagem no processo de escolarização dos corpos: por uma pedagogia do sensível, reconhece os cotidianos escolares como espaços/tempos nos quais os encontros coletivos de corpos podem produzir fissuras no status quo. Para potencializar as fissuras no status quo, a autora defende o uso de imagens que quebram os clichês, deixando de fazer das escolas um espaço cinza e tornando-as espaços/tempos de uma colorida pedagogia do sensível. Por fim, o texto “Fazersentirpensar” com imagens e sons em filmes “vistosouvidossentidospensados”, postula que o uso de filmes contém várias possibilidades de gerar conversas que podem produzir conhecimentosssignificações que privilegiam a diferença e a capacidade de criar e inventar outros currículos e mundos. Palavras-chave: Pedagogia do Sensível; Escolas; Diferença.

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