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Este trabalho apresenta a Dança Suça como expressão da cultura afro-brasileira no Tocantins, transmitida de geração em geração e articulando corpo, canto e ancestralidade como formas de resistência e preservação. A pesquisa evidencia sua dimensão estética, política e espiritual, valorizando os saberes ancestrais e a memória coletiva das comunidades negras. Dialogamos com autores que tratam do corpo e da ancestralidade, como Glissant (2021), Menezes (2024), Rosa (2025) e Santos (2023).
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