Baque Mulher: um rebuceteio que bate maracatu em Joinville/SC

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Comitê Temático - Apresentação Oral
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Resumo

É o corpo que pulsa, os movimentos que nos afetam e as conexões que nos desterritorializam e nos decolonizam para uma diversidade étnica, afro-brasileira. Ao som das batucadas, dos pés no chão, do vento que bate na saia e trasnspira pela pele, pele Preta, ancestral. O objetivo desta escrita entrelaça a assimilação de decolonialidade e o conhecimento empirico transformador da manifestação de Cultura Popular no “Baque Mulher” de Joinville/SC, uma reconexão ao multiculturalismo. O corpo que dança Maracatu é um corpo que retira os grilhões sociais-culturais da colonialidade e se permite promover um auto aquilombamento, um aquilombamento corpóreo, ancestral e dos saberes. A capacidade de envolver-se no movimento gera desenvolvimento pessoal e coletivo, ampliando as transformações sociais e histórica, enriquecendo nossos saberes, decolonizando os corpos e possibilitando um ensino aprendizagem cultural livre do racismo, preconceito e segregação, potencializando uma luta antirracista

Instituições
  • 1 Universidade Federal do Paraná
Eixo Temático
  • Dança e(m) Cultura poéticas populares, tradicionais, folclóricas, étnicas e outros atravessamentos
Palavras-chave
Maracatú
Corpo feminino
Decolonialidade
Ancestralidade Feminina
Dança afro-Brasilera