O CORPO QUE DANÇA: EXPERIMENTAÇÃO, CRIAÇÃO, POTÊNCIA E CAOS.

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Trabalho
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Resumo

Este trabalho trata-se de uma análise de caráter filosófico, a respeito da possibilidade de modos de composição coreográfica em dança. Para tanto, elenca -se sobretudo, a criação de um Corpo que possa vir a se expressar como força híbrida e potente, a luz do Conceito de Corpo Sem Órgãos (CsO), de Deleuze e Guatarri.O objetivo é trazer perspectivas que dialoguem com novos modos de composições em dança e nas discussões sobre corpo e estética do movimento, exaltando o caráter político que a dança, produz. Buscou –se nessa proposta evidenciar características para a compreensão e criação desse CsO, que têm como inspiração o corpo dos Brincantes brasileiros na cidade de São Paulo, que elabora sua expressão artística como obra e atuação política alargada, e possam provocar afetos com os quais ele venha se relacionar, por meio da experimentação com o movimento, e da potência de um corpo dançarino.

Eixo Temático
  • Corpo e Política: implicações em modos de aglutinação e criação em dança
Palavras-chave
Dança. Políticas do Corpo. Brincantes. Composição Coreográfica